Como criar jogos que trabalhem com representatividade?

Fundo neutro em tom de cinza, drag queen Sasha Velour no lado direito, frase "Design para a Diferença" no lado esquerdo.

Nesta palestra eu compartilho um pouco da minha experiência como designer de games focado em criar jogos que tenham como protagonistas homens gays e/ou drag queens, ou seja, meus jogadores ideais.

Alguns assuntos que são discutidos:

  • Precisamos entender o consumo além da racionalidade humana e do utilitarismo. Não compramos apenas para solucionar um problema racional, também consumimos por prazer, por status. Precisamos explorar esses tipos de consumos no universo dos jogos. O que a sociedade entende sobre as pessoas que consomem o nosso jogo?
  • Consciente ou inconscientemente trazemos em nossos games os valores que possuímos, nossa visão de mundo. Precisamos ter consciência da responsabilidade que temos na hora de projetar um jogo.
  • Representatividade é um conceito capitalista e não traz, necessariamente, mudanças sociais, políticas e/ou econômicas para aqueles que são representados.
  • Apresentação do Case Drag Quiz: como um jogo sem diferencial artístico e técnico conseguiu cerca de 850 downloads em duas semanas.

Figura 01: Vídeo Palestra sobre Design para a Diferença ocorrido no IxDA 2019 – Créditos do vídeo: Max Milhas.

Nesta semana, não teremos o quadro PráticaDoNPC.

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